Hibisco, azedinha, ótima para fazer uma salada
Uma colega pediu para falar do hibisco, e realmente ela é espetacular, o nome dela é Gil de São Bernardo do Campo e tem uma colega que usa, nas feridas dela a Hibisco
Hibisco - Hibiscus sabdariffa
Planta muito utilizada em todo o mundo como diurética, anti-inflamatória, emagrecedora, protetora do fígado, digestiva, controladora da hipertensão arterial entre outros usos populares. No Brasil é muito conhecida e também muito utilizada em todas as regiões. Sua origem é a África e parte da Índia, onde nasce espontaneamente. A parte mais utilizada da planta são seus botões florais, ou seja as flores antes de abrirem, mas todas as partes da planta são utilizadas medicinalmente. Suas sépalas, que são as pequenas estruturas que protegem o botão, tem uma coloração vermelho intenso. Suas folhas são utilizadas também como alimentícias, sendo produzidas com elas o arroz-de-chucá no MAranhão e com seus botões florais é possível preparar uma geleia. Quanto à sua toxicidade, o extrato de hibisco é considerado muito seguro. Apenas em alguns casos deve-se ter atenção em seu uso. Pessoas com problemas de ácido úrico não devem fazer seu uso pois é demonstrado que sua ação sobre o organismo pode elevar as taxas de ácido úrico. Já no caso de homens com baixa fertilidade, alguns estudos demonstram que o consumo contínuo de hibisco pode levar a infertilidade, reduzindo a produção de espermatozoides. Ainda o uso prolongado em doses elevadas pode causar problemas do fígado. As flores do hibisco possuem uma substância chamada antocianina que apresentam elevada atividade antioxidante. Nos casos de danos causados no fígado os extratos de hibisco demonstraram capacidade protetora dos tecidos hepáticos e melhoraram sua regeneração, inclusive nos casos de intoxicação por paracetamol e outros agentes químicos, ou no caso de fibrose hepática. Testes demonstram que o chá de hibisco tem boa ação antitérmica, reduzindo febres. Como analgésico, testes com cobaias indicam significativa redução da sensação de dor. Já como anti-inflamatório, os testes em laboratório não indicaram ação no combate a inflamações experimentais, mas com pacientes humanos existe um estudo que demonstra que o chá de hibisco teve ação anti-inflamatória. No controle do colesterol, o consumo de hibisco é capaz de reduzir progressivamente o nível de colesterol total, colesterol leve (LDL) e triglicérides no organismo, além de prevenir com eficiência arteriosclerose. Com estes resultados o hibisco confirma sua ação contra a obesidade. Em situação de indução de mutações do material genético em laboratório, o hibisco teve uma ação preventiva contra mutações genéticas que poderiam levar ao desenvolvimento de câncer na ordem de 80%. Os extratos de hibisco forma eficientes em evitar o desenvolvimento do câncer de cólon em fase inicial. Alguns estudos demonstram que alguns princípios ativos de hibisco são capazes de induzir células de leucemia à apoptose, principalmente em fases iniciais de desenvolvimento da doença. O extrato das flores é capaz de auxiliar no controle da pressão arterial, causando relaxamento da musculatura lisa e dos vasos sanguíneos. Ainda, é capaz de promover uma proteção cardíaca pela ação das antocianinas. Num estudo feito com pacientes hipertensos, o uso do chá feito com 2 colheres de botões florais para cada xícara de água pelo período de 12 dias baixou em 11% a pressão arterial do grupo. Num outro estudo com pacientes hipertensos, foi comparado o efeito do chá de hibisco, preparado com 4 colheres de flores para ½ litro de água, com o medicamento anti-hipertensivo captopril e verificou-se que no prazo de 4 semanas, tomando o chá sempre antes do café da manhã, os pacientes tiveram os mesmos resultados que o grupo que tomou captopril.
http://www.sciencedirect.com/science/... http://www.sciencedirect.com/science/... http://www.sciencedirect.com/science/... http://www.sciencedirect.com/science/... http://www.sciencedirect.com/science/... http://www.sciencedirect.com/science/... http://www.sciencedirect.com/science/...http://onlinelibrary.wiley.com.sci-hu... http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10... http://pubs.acs.org/doi/abs/10.1021/j...www.autordapropriasaude.com.br
Lembrando que estamos lhe dando links que são estudos científicos, mas há o que ela faz popularmente.Na versão científica, dá exatamente o que é comprovado mundialmente , já na versão popular tem que verificar as toxidades que ela tem, pois em altas cargas ela pode afetar o fígadoEu não tenho Hibisco , mas quem tiver, me arrange mudas ou sementes que dou um jeito em minha casa!
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